• 28.11

    O Som ao Redor

  • 29.11

    Pulp Fiction

  • 30.11

    Quatro Amigas e um Casamento

    Festa Selecta

  • 01.12

    Curtindo a Vida Adoidado

    Baby Sucessos + Festa Odara Ôdesce

  • 02.12

    As Aventuras de Tintim

  • 05.12

    Holy Motors

  • 06.12

    O Poderoso Chefão

  • 07.12

    Era Uma Vez Eu, Verônica

    Trio Preto +1 + Seu Jorge + Karynna Spinelli

  • 08.12

    De Volta para o Futuro

    Festa Brega Naite

  • 09.12

    O Baile Perfumado


Última Noite do Vivo Open Air Recife

Neste domingo (09/12) o Vivo Open Air Recife fez a sua última exibição da edição do evento em 2012. A noite contou com o longa pernambucano “O Baile Perfumado”, there prostate que foi remasterizado com o apoio da Vivo, para ser exibido no maior cinema ao ar livre do mundo.

 

 

 


Fotos 08/12


“Era uma vez eu, Verônica” e show do Trio Preto + 1 convida: Seu Jorge e Karynna Spinelli.


Nesta sexta feira o Vivo Open air Recife exibiu o longa pernambucano “Era uma vez eu, sick Verônica”. A noite ainda contou com o show do Trio Preto + 1 convida: Karynna Spinelli e Seu Jorge.


Clássico: O Poderoso Chefão

Nesta quinta feira o Vivo Open Air Recife exibiu o filme “O poderoso Chefão” do diretor Francis Ford Coppola. A exibição do clássico dos clássicos do gênero policial gerou uma expectativa nos cinéfilos. A exibição lotou a arquibancada e deixou a noite de quinta feira com um ar de conspiração embalada pela trama do filme.


Premiere Holy Motors

Acompanhe como foi a reabertura do Vivo Open Air Recife nesta noite de quarta feira com a pré-estréia do filme “Holy Motors” do diretor Leos Carax

 


Domingo, cinema e pipoca

Nesse domingo o Vivo Open Air Recife exibiu os filmes “As Aventuras de Tintim” e “Uma História de Amor e Fúria”. Duas animações e muita pipoca.


Clássico no maior telão a céu aberto do mundo

O público se emocionou nesta quinta-feira ao ver o clássico Pulp Fiction no maior telão a céu aberto do mundo no Recife.


A obra-prima de Tarantino brilha no Recife

Quando “Pulp Fiction – Tempo de Violência” estreou, look em 1994, fazer e assistir cinema representava algo bem mais simples. Só para ilustrar, o orçamento do filme custou quase metade do que foi preciso para rodar o nacional Tropa de Elite, quase 20 anos depois. Sua exibição, nesse mesmo recorte de tempo, na segunda noite do Vivo Open Air, reconstruiu um pouco dessa atmosfera. O público era formado quase que exclusivamente por grandes grupos de amigos, todos em busca de reencontrar uma boa história.

Considerado hoje um clássico do cinema, a projeção no telão de 325m2 não intimidou as respostas em risadas e até palmas nas diversas cenas marcantes do filme. Lembrança dessa época na qual assistir o filme ultrapassava a contemplação e encontrava a cumplicidade. Não por acaso, o tom de nostalgia estava presente no discurso de quem descia a arquibancada montada pela Vivo no Cais de Santa Rita ao final da sessão.

Um filme clássico, completamente fora de seu ambiente clássico, trouxe a provocação do que mostrava ser uma quinta-feira tranquila no Recife, em torno do Vivo Open Air. A trama elaborada por Tarantino que, mais tarde, se transformaria na marca registrada de sua narrativa, se rendeu a uma sessão de entretenimento rica em sua inocência. A diversão do encontro, da experiência de se deixar encantar pela projeção e alimentar a noite da cidade com essas trocas.

A programação segue até o dia 09 de dezembro. Nesta sexta-feira, os portões abrem às 19h para a sessão de “Quatro Amigas e um Casamento”. O filme, estrelado por Kirsten Dunst e James Marsden, faz sua estreia oficial no Recife na programação do Vivo Open Air, antes de entrar no circuito tradicional. A comédia mostra três amigas que, escondendo a dor de cotovelo ao ver uma antiga colega de escola se casar primeiro, decidem organizar uma super despedida de solteira para ela.

Os ingressos para o Vivo Open Air podem ser comprados com antecedência nas lojas Esposende (Shopping Tacaruna e Shopping Recife, no Quiosque do Jornal do Commercio no Shopping Recife e, pela internet, no site Ingresso Rápido. Quem preferir, pode comprar também diretamente na bilheteria do evento, montada no Cais de Santa Rita, em frente a sede da Grande Recife Consórcio de Transportes.


Clássicos policiais às quintas-feiras no telão do Vivo Open Air

Gângsters carismáticos, capsule máfias poderosas e policiais corruptos. A incursão do cinema norte-americano ao submundo do crime organizado americano criou personagens riquíssimos, pills que são aplaudidos até hoje. Para rever estas atuações memoráveis, todas as quintas-feiras do VIVO OPEN AIR serão reservadas aos clássicos policiais. Dia 29 de novembro tem “Pulp Fiction – Tempo de Violência” e em 6 de dezembro é a vez de “O Poderoso Chefão”.

Apesar de se afastarem de um tom documental, ambos os filmes acabam reportando as principais crises de segurança nos Estados Unidos. Na década de 30, com a forte repressão aos malfeitos na Itália, os mafiosos encontram nos EUA um lugar propício para continuar a cometer seus crimes, favorecidos pelo puritanismo da Lei Seca. Al Cappone, interpretado por Marlon Brando em “O Poderoso Chefão”, é o principal chefão da época.

Já em “Pulp Fiction”, a violência da década de 90 em Los Angeles é o principal foco na obra do diretor Quentin Tarantino, em uma de suas obras mais queridas.

No total, os filmes arrecadaram juntos quase meio bilhão de dólares, além de uma série de prêmios. Foram 4 Oscars e outras 76 estatuetas, distribuídas ao redor do mundo.


Fotos 28/11

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‘O Som ao Redor': confira entrevista exclusiva

Rodando o mundo para apresentar o seu premiadíssimo filme “O Som ao Redor”, patient see o diretor Kleber Mendonça Filho achou uma brecha na agenda para responder algumas perguntas do VIVO OPEN AIR. Em entrevista exclusiva, and o cineasta comemorou as oportunidades de “fugir” das salas multiplex de cinema e a mudança do Recife, prostate transformado em importante área de produção tanto nas telonas quanto na música. Leia a entrevista completa abaixo e garanta seu ingresso para a pré-estreia de “O Som ao Redor” no maior telão a céu aberto do mundo, dia 28 de novembro.

VIVO OPEN AIR: O seu curta-metragem “Vinil Verde” já tinha sido exibido no Open Air anos atrás (2009) e agora você volta a fazer parte da programação com seu longa-metragem. O que acha do Open Air?

KLEBER MENDONÇA FILHO: O Vivo Open Air faz parte de uma manifestação bem interessante de exibições ao ar livre que existe hoje no mundo. Em NY, acontece no Central Park, em Los Angeles, há sessões incríveis num cemitério. Esse ano, estive no Festival de Locarno como jurado e vi as famosas sessões na Piazza Grande, projeções impressionantes em som e imagem. Acho que isso me deixou mais relax em relação ao convite do Vivo Open Air. Em Locarno, funciona maravilhosamente bem para oito mil pessoas. Amigos do Rio e de SP me falaram que as sessões do Vivo também são excelentes e a lista de equipamentos enviada pela produção me deixou tranquilo.

VOA: Cineastas naturalmente têm uma comoção com o ambiente tradicional do cinema: a sala fechada, a tela grande. O Open Air tem a maior tela do mundo, mas não tem a sala fechada. É aberto e o mar do Recife será o fundo da paisagem. Como a mudança do ambiente mexe com a sensibilidade de um cineasta ao ver seu trabalho projetado, se é que mexe?

KMF: O mais importante é que o filme passe perfeito em som e imagem. Com o posicionamento certo da platéia, ambiente adequadamente escuro e som e imagem excelentes, funciona bem. Esse ano vi também uma sessão de Tubarão, de Spielberg, na praia, em Cannes. Foi incrível.

VOA: Você é pernambucano. Sua história profissional e pessoal é ligada à cidade. Como vê o fato de o Open Air chegar à sua cidade, com a pré-estreia de um filme seu?

KMF: Recife gosta de cinema e tem uma movimentação cultural muito forte. Creio que há uma curiosidade grande em relação a essas sessões. Acho também que juntando as sessões do Janela Internacional de Cinema no São Luiz, centro da cidade, a sessão de Cláudio Assis sábado passado no Parque de Esculturas de Brennand, e as sessões do Vivo, temos um esboço interessante de reação à situação estabelecida pelo mercado de ver filmes no Recife apenas em multiplexes de shoppings. Isso é bom.

VOA: Você é contemporâneo de músicos recifenses que mudaram a perspectiva da cidade através da arte. O Open Air é um evento que junta essas duas formas: cinema e música. Você curte essa aproximação? Faz algum paralelo estético entre a sua criação cinematográfica e a música contemporânea de artistas pernambucanos?

KMF: Nos anos 90, quando a música estava pegando fogo, nós realizadores nos aproximamos de maneira muito natural dessa cena musical, fazendo clipes e usando músicas em trilhas sonoras. Foi assim que trabalhei com Helder “DJ Dolores” no que foi o primeiro trabalho dele. Tanto a música como o cinema chamam muito atenção para essa movimentação que destaca de certa forma o Recife como área importante de produção. Acho que, em termos gerais, o que se faz no Recife, música, artes plásticas, cinema, tem um toque muito pessoal e peculiar. Isso é excelente.

VOA: Em entrevista, você disse que antes de rodar “O som ao redor” reassistiu todos os filmes do Tarantino. Agora, no dia seguinte à exibição do seu filme, é exatamente Tarantino, com “Pulp Fiction” que será exibido no Open Air. Acha legal essa coincidência?

KMF: É verdade que antes de filmar revi os filmes de Tarantino, mesmo que meu filme não tenha muitas relações com os filmes deles, que são excelentes, mas com outro estilo. Mas gosto muito de sentir a energia que os filmes dele têm, uma alegria de fazer filmes, e isso é perceptível em cada um dos filmes que ele fez. Sobre a coincidência, acho sempre que o mundo do cinema é pequeno e que não há coincidências, tudo acontece de maneira muito orgânica, na melhor das hipóteses.

VOA: Qual filme do Open Air Recife que te deixe com vontade de ir lá no Cais de Santa Rita assistir?

KMF: Holy Motors é um dos meus filmes preferidos esse ano. E Curtindo a Vida Adoidado em tela grande e som alto deverá ser uma festa.


Aos domingos, celular antigo vale um ingresso

O evento do maior telão a céu aberto do mundo é também sustentável. Além do lixo produzido no VIVO OPEN AIR ser 80% reciclável e 70% das lonas serem reimpressas, there o espectador pode se beneficiar diretamente levando seu e-lixo. Afinal, capsule aos domingos, cialis sale celulares antigos podem ser trocados por um ingresso do dia.

A promoção é válida para dia 2 de dezembro, quando será possível curtir a  “As Aventuras de Tintin” e o nacional “Uma História de Amor e Fúria”, e também para o encerramento do evento, no dia 9, quando a atração é o filme “O Baile Perfumado”.


Filmes regionais marcam edição no Recife

Três dos dez filmes que serão exibidos no maior telão a céu aberto do mundo, cialis instalado no Cais de Santa Rita de 28 de novembro a 9 de dezembro, discount dialogam diretamente com o a paisagem da capital pernambucana. As pré-estreias de “O Som ao Redor” e “Era Uma Vez Eu, sale Verônica” têm como pano de fundo a cidade de Recife. Além disso, o clássico “O Baile Perfumado”, filmado grande parte em Pernambuco, dá o tom regional ao festival de cinema que chega pela primeira vez ao Nordeste.

Diretor de “Era Uma Vez Eu, Verônica”, Marcelo Gomes recorre novamente à temática regional como em “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo” e “Cinema, Aspiriba e Urubus”. Já o estreante Kleber Mendonça Filho, de “O Som ao Redor”, foi premiadíssimo no exterior pela obra, que, na opinião da crítica, vai muito além das fronteiras de Pernambuco.

“Se quisermos entender o que é o Brasil de hoje a partir do cinema, talvez esse seja o filme pelo qual devemos começar”, escreveu o especialista Marcelo Ikelda no seu blog Cinecasulofilia.

Voltando no tempo, “O Baile Perfumado” mostra uma corrida pelo Nordeste para o jovem libanês Benjamim Abrahão filmar o bando de Lampião, em filme dirigido por Paulo Caldas e Lírio Ferreira.


1980: a década ‘achada’ do Vivo Open Air

Em 80, o Brasil vivia sua “década perdida” por conta da crise econômica e da hiperinflação, mas os EUA prosperavam exportando a sensualidade de Madonna, as polêmicas de Michael Jackson e a rebeldia de Guns N’Roses. Protagonistas da época pelo poder de compra crescente, os jovens americanos daquela geração – com suas jaquetas de couro e óculos escuros – ganharam as telonas e fizeram da década a época do adolescente no cinema. E é justamente esse tipo de personagem – sem grandes compromissos e à procura de diversão – que ganha destaque aos sábados NO VIVO OPEN AIR.

Ferris Bueller, de “Curtindo a Vida Adoidado”, festeja a alegria matando aula com a namorada, o melhor amigo e uma Ferrari. Quase 20 anos depois de lançado, o personagem ainda tem “status” de ídolo pela nova geração teen. O filme será exibido no dia 1º de dezembro, antes do show de Baby do Brasil. Já Marty McFly, de “De Volta para o Futuro”, é o galã futurista que acaba conquistando até a própria mãe e faz o “esquenta” para a Festa Brega Naite (08/12), que rola logo após o filme.


Recife no circuito de homenagens a Tarantino

Quentin Tarantino está de volta aos cinemas. E não é por causa de seu novo filme, viagra “Django Livre”, nurse que só será lançado em janeiro do ano que vem. Para comemorar 20 anos da carreira do diretor, cinemas dos Estados Unidos vão exibir alguns clássicos de sua autoria a partir do início de dezembro. No Brasil, a festa começa antes. Em 29 de novembro, “Pulp Fiction – Tempo de Violência” será exibido no maior telão a céu aberto do mundo, no VIVO OPEN AIR.

Além das homenagens ao redor do mundo, a produtora Miramax resolveu dar de presente aos fãs o box especial com dez Blu-Ray. A caixa está à venda na América do Norte e deve, em pouco tempo, chegar também no Brasil.


‘O Som ao Redor’ chega antes à terra natal

São mais de 30 prêmios, patient buy entre nacionais e internacionais. No Festival do Rio, no rx cialis de Gramado e da Sérvia “O Som ao Redor” abocanhou o título de melhor filme. Agora é a vez da película do pernambucano Kleber Mendonça Filho ser apresentada em sua terra natal. Com estreia nacional marcada apenas para janeiro, o filme chega antes a Recife para ser exibido no maior telão a céu aberto do mundo, na abertura do VIVO OPEN AIR, dia 28 de novembro.

A reação da crítica tem sido excelente no exterior e também no Brasil. Espero que isso gere interesse no sentido de ser descoberto por um público brasileiro” disse o diretor à Veja.com, pouco antes do filme ser confirmado como um dos representantes brasileiros no Globo de Ouro de 2013, concorrendo a melhor filme estrangeiro.

SINOPSE

A vida numa rua de classe-média na zona sul do Recife toma um rumo inesperado após a chegada de uma milícia que oferece a paz de espírito da segurança particular. A presença desses homens traz tranqulidade para alguns, e tensão para outros, numa comunidade que parece temer muita coisa. Enquanto isso, Bia, casada e mãe de duas crianças, precisa achar uma maneira de lidar com os latidos constantes do cão de seu vizinho. Uma crônica brasileira, uma reflexão sobre história, violência e barulho.

Garanta já seu ingresso, através do site da Ingresso Rápido!


Veja as fotos dos dezessete dias do Vivo Open Air no Rio de Janeiro

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Confira as fotos de tudo que rolou no Vivo Open Air Rio, de 17 de outubro a 04 de novembro. Prepare-se: o Vivo Open Air Recife está chegando!


Público vibra com Pulp Fiction no Vivo Open Air Rio. Veja como foi!

No video acima, no rx shop confira as impressões do público ao ver o mais famoso filme de Quentin Tarantino na tela do VIVO OPEN AIR RIO. O clássico filme também está na programação do Vivo Open Air Recife!

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